Objectivação da Vontade
Na perspectiva do mundo como representação (primeiro livro), o corpo se dá enquanto representação na intuição, ou seja, como objecto entre objectos. Já no segundo livro, quando o autor muda da sua perspectiva, ao identificar as acções do corpo com os actos da Vontade, ele introduz uma segunda maneira em que o corpo pode ser concebido, como objectivação da Vontade, termo original cunhado por ele para se referir à ocasião em que o próprio corpo surge como visibilidade dessa essência e pelo sentimento percebido dela compreende-se o próprio agir e percebe-se ao mesmo tempo como querente e agente, pois: Continuar a ler


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